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terça-feira, 4 de novembro de 2014

História da Biomedicina

  A Biomedicina (antes, Ciências Biológicas - Modalidade Médica) é uma ciência que atua no campo de interface entre Biologia e Medicina, voltada para a pesquisa das doenças humanas, seus fatores ambientais e eco epidemiológicos, com o objetivo de compreender as causas, efeitos, mecanismos e desenvolver e/ou aprimorar diagnósticos e tratamentos. O(A) Biomédico(a) identifica, classifica e estuda os agentes causadores de enfermidades e desenvolve ou aprimoram meios de combatê-los.
 Trabalham em Hospitais, Universidades, Faculdades, Centros de pesquisas, Laboratórios Públicos e Privados, Órgãos públicos de saúde entre outras gerenciando, ensinando, realizando pesquisas e testes em parceria com Bioquímicos, Biólogos, Médicos, Farmacêuticos e demais profissionais da saúde. Muitas disciplinas do curso de graduação abrangem as áreas de ciências biológicas e da saúde.

História da Medicina

Por meio de descobertas arqueológicas, descobrimos que os povos da antiguidade, como os egípcios, já realizavam operações complexas, fato que comprova grande desenvolvimento e inteligência desse povo. Este povo fez grandes avanços na medicina graças ao seu sofisticado processo de mumificação de corpos. Os mumificadores, ao abrirem os corpos dos faraós para retirar as entranhas, conseguiam muitas informações sobre a anatomia humana.
  Sabe-se que os gregos foram os pioneiros no estudo dos sintomas das doenças. Eles tiveram como mestre Hipócrates (considerado até hoje o pai da medicina). Um outro povo que teve também um grande conhecedor da medicina (o grego Galeno, que morava em Roma) foi o povo romano. Após Hipócrates e Galeno, a medicina teve poucos avanços.
  Na Idade Média, era comum que o médico procurasse curar praticamente todas as doenças utilizando o recurso da sangria. Este era feito, principalmente, com a utilização de sangue-sugas. Porém, neste período os conhecimentos avançaram pouco, pois havia uma forte influência da Igreja Católica que condenava as pesquisas científicas.
  No período do Renascimento Cultural (séculos XV e XVI ) houve um grande avanço da medicina. Movidos por uma grande vontade de descobrir o funcionamento do corpo humano, médicos buscaram explicar as doenças através de estudos científicos e testes de laboratório.
  Contudo, no século XVII, William Harvey fez uma nova descoberta: o sistema circulatório do sangue. A partir daí, os homens passaram a compreender melhor a anatomia e a fisiologia.
  No século XIX todo o conhecimento ficou mais apurado após a invenção do microscópio acromático. Com esta invenção, Luis Pasteur conseguiu um enorme avanço para medicina, ao descobrir que as bactérias são as responsáveis pela causa de grande parte das doenças.
  Felizmente, a medicina atual dispõe de inúmeras drogas capazes de curar, controlar e até mesmo de evitar inúmeras doenças. Aparelhos eletrônicos sofisticados são capazes de fazer um diagnóstico apurado, passando informações importantes sobre o paciente. Os avanços nesta área são rápidos e possibilitam um vida cada vez melhor para as pessoas.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Simbologia do curso de Medicina

Muitas pessoas acham que existem dois símbolos do curso de Medicina. Verdade ou mito?

  Esse é o Caduceu de Mercúrio ( Hermes) segundo a mitologia grega, foi tomado esse formato por ter sido lançado entre duas serpentes que lutavam e elas se entrelaçaram na haste, formando esta imagina ao lado. Hermes por ser deus dos negociantes, o caduceu tornou-se o símbolo do comércio. Portanto, esse não é o real símbolo da medicina. 
  Hermes segundo a mitologia grega, era o encarregado de levar os mortos até o Hades, onde tempos depois, todos os encarregados de levarem os corpos dos guerreiros mortos no campo de batalha para casa, levavam o Caduceu, que simbolizava a mesma força de uma bandeira branca ou da cruz vermelha. Desde então o Caduceu de Mercúrio se tornou o símbolo de serviços de saúde de algumas armadas. 

 Ao lado temos o Bastão de Asclépcios, este nome teve origem do grego Asclépios, que era filho de Zeus, onde durante a gravidez de seu filhos a sua esposa, uma mortal, foi assassinada. Zeus ao vê-la na pira funerária, arrancou seu filho do ventre de sua esposa e o entregou para o centauro Quiron para que ensinasse seu filho a arte de curar. Asclépios logo aprendeu a curar e ultrapassou seu mestre, tornando-se muito hábil e podendo curar até mesmo os mortos. Assim, tornou-se o deus da medicina. Tem esse cajado junto com a serpente por causa de uma de suas visitas a pacientes em seu templo, em que um serpente se enrolou em seu cajado. Mesmo fazendo esforços para tira-la, a serpente tornava cada vez mais a enrolar-se no cajado, onde permaneceu. Asclépios por ter se tornado o deus da medicina, ao ter em seu cajado uma serpente enrolada, tornou-se o símbolo da atividade médica. Segundo uma crença grega, as cobras seriam donas das grandes sabedorias e de capacidade de regenerar e curar. 

  Todo esse mal entendido de que a medicina teria dois símbolos foi por causa das obras de Hipócrates, que era considerado o pai da medicina, em grego pelo tipógrafo suíço Johannes Froben. O caduceu era símbolo de sua tipografia e foi estampado na página frontal do livro. Outro motivo que contribuiu para essa confusão dos símbolos foi o fato dos EUA utilizarem o símbolo errado.